- Já disponível -
A Grande Aventura
A
trilogia será composta pelos livros:
1 - A Lenda: Já publicado, pela Editora Livronovo.
Disponível para você comprar.
2 - A Jornada: Estou
trabalhando diariamente no meu velho e bom amigo computador. Já esta bem adiantado.
3 - A Revelação: Já
totalmente estruturado.
Livro 1 - A Lenda
A Lenda é
ambientada na Europa do século XX, entre as décadas de 30 e 40,
em um misto de aventura, ficção e muita ação.
Você irá
aventurar-se por antigas masmorras e corredores sombrios, junto
com o Professor Doutor em Arqueologia da Universidade de Oxford,
Bill Watters, e seu grande amigo, o indiano Sajih; conhecerá a
luta de padre John contra a "Peste" no sudoeste da Inglaterra no
ano de 1420; acompanhará a descoberta de antigos e reveladores
manuscritos por um grupo de padres, baseados em Roma, que têm a
função de desvendar mistérios e lendas; ficará intrigado com o
relato que narra à vinda dos semeadores universais nos
primórdios dos tempos ao planeta Terra, iniciando o processo de
criação da humanidade.
Enfim, você irá
surpreender-se com ambientes, situações e personagens que serão
difíceis de esquecer.
Livro 2 - A Jornada
Neste livro você viajará por vários continentes, em
aventuras de tirar o fôlego. Acompanhará os protagonistas desde as alturas da
cordilheira Andina, passando por florestas no coração da África repleta de
canibais, até um bordel, em uma remota vila na Indochina. Conhecerá a breve
odisséia de Santúrahk e sua família.
Livro 3 - A Revelação
Você irá surpreender-se com os acontecimentos narrados na última e mais emocionante da aventuras, que encerra a trilogia. Um livro, como o próprio nome já diz, "revelador".
Uma Amostra
Itália - Junho de 1937 - Região Sul.
Já se passara uma semana, desde a noite de terça-feira, quando tremores de terra, de média intensidade, haviam atingido boa parte da região sul da Itália. Algumas localidades se ressentiam dos estragos causados, enquanto outras continuavam no mesmo ritmo, como se nada tivesse acontecido.
A vida parecia praticamente normal na pequena aldeia de Bordo della Paura (ponta do medo) localizada em uma região de lavoura no extremo sul italiano. As mulheres conversavam tranqüilamente na praça, com seus balaios cheios de roupas para lavar. Crianças corriam para lá e para cá, brincando, mas sem saírem das vistas de suas mães. Os animais de pequeno porte, como de costume nestas regiões, andavam soltos pelas poucas ruas do local. Um clima de tranqüilidade reinava sobre Bordo della Paura, mas somente na aparência.
Desde a noite de terça-feira, logo após o término dos tremores, começaram a circular, vários boatos a respeito da gruta di cane (gruta do cão), uma enorme caverna que fazia parte do folclore da região, considerada pelos aldeões e moradores próximos como um local de mau agouro, habitada por entes malignos. Após o entardecer, nenhum dos moradores da aldeia se arriscava a sair de casa. Para eles era bem permanecer na segurança de seu lar, do que se arriscar a noite, sem saber o que poderiam encontrar lá fora.
Uma das razões da boataria tinha como base uma fenda que se abrira no caminho para a gruta, com aproximadamente sessenta centímetros de largura e profundidade indeterminada. Ela começava bem próxima as casas que margeavam o caminho, terminando exatamente no interior da mesma. Para os habitantes mais antigos da aldeia isso era um mau presságio.
Outra razão eram os comentários alardeando que os moradores mais próximos da gruta, começaram a ouvir após os tremores, pequenos uivos e lamúrias, vindos de seu interior, e também que com o passar dos dias se tornaram mais fortes e mais assustadores. Dizia-se até que luzes pareciam piscar no interior da gruta como se fossem imensos vaga-lumes.
Porém, não eram somente os boatos que estavam apavorando os moradores de Bordo della Paura. Existia um forte fundamento, que ajudava e muito, a amedrontar os aldeões, alimentando suas imaginações.
Segundo o folclore local, a encruzilhada, localizada na estrada principal, onde hoje sai a via secundaria que leva a aldeia, era considerada a muitos séculos atrás, um sombrio ponto de encontro, onde almas pecadoras, que vagavam sem rumo, eram identificadas e reunidas por feitores de almas, todas as noites de terças e sextas-feiras ou quando fortes temporais transformavam o dia em noite.